terça-feira, 6 de novembro de 2012

Abuso psicológico tão prejudicial quanto o físico ou sexual

Os pediatras alertam: não é porque um pai não bate nem abusa sexualmente de seu filho que é o melhor cidadão do mundo. O abuso psicológico ou emocional pode ser o tipo mais comum de abuso infantil, e o mais difícil de lidar.
É muito comum ouvir falar de campanhas contra abusos físicos ou sexuais de crianças. Aliás, bastantes pesquisas já mostraram que bater para educar pode não ser uma boa ideia, já que pode trazer diversos problemas psicológicos para as crianças agredidas, inclusive aumento do risco de desenvolver transtornos mentais. Além dos riscos de depressão, ansiedade e vícios, estudos indicam que bater não tem efeito positivo na educação.

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